Terça-feira, 6 de Abril de 2010
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Web 3.0, a internet “à IKEA”
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Nada melhor que partir de uma ferramenta web 2.0 para explicar sucintamente a web 3.0. Deixo-vos então com a definição da “enciclopédia do povo”, a Wikipedia:
“A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet”.
Basicamente falamos de transitar de um web como hoje funciona no caos, para uma web tão possivelmente arrumada como os armários do IKEA.
Na web 3.0 o foco passará do hoje fundamental diálogo e interacção das marcas com os seus clientes e potenciais clientes (a web 2.0) para, através da convergência das redes e equipamentos de acesso móvel e fixo de internet e sobretudo um funcionamento exímio da internet do ponto de vista de rede semântica, uma melhor arrumação dos sites, melhor disponibilização de informação das marcas e sobretudo um acesso ainda mais facilitado (e organizado!) à informação. Algo como um daqueles acessíveis armários de roupa do IKEA que tem as camisas num lado, o cabide das gravatas/ colares do outro, um cabide para as calças, um segundo cabide para as calças mais leves que se pendura no primeiro, gaveta das meias com separadores por cores, entre outros.
Um exemplo hoje de web 3.0 é o caso da Amazon. Quando pesquisa um produto para comprar e abre a página desse produto, automaticamente aparecem outros produtos relevantes relacionados e ainda outros que utilizadores compraram a seguir ao que procurou. Mais, encontra informação colocada pelos internautas sobre esse produto tudo na mesma página!
A web 3.0 explicada em 4 minutos: http://www.youtube.com/watch?v=bsNcjya56v8&feature=related
Um exemplo de web 3.0 para experimentar: http://www.cortex-intelligence.com/engine/
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Publicado por João Santos em 12:55:19
ETIQUETAS: WEB 2.0
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Terça-feira, 6 de Abril de 2010
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Pensamento do dia
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"Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros: é a única."
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Publicado por Andreia Garcia em 12:03:19
ETIQUETAS:
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Quarta-feira, 31 de Março de 2010
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Assim não, assim sim!
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Não sei se é de já não ter 20 anos mas cada dia que passa me incomoda mais constatar a falta de civismo da nossa sociedade. Seja passar o risco continuo para "roubar" um lugar de estacionamento, os dejectos dos cães nos passeios, carros a passar passadeiras com os peões a meio, ignorar sinais vermelhos, evitar passar facturas, etc., o facto é que vivemos numa civilização muito pouco civilizada, como o movimento "Limpar Portugal" tornou por demais evidente!
Quando penso nisto vem-me à memória um exemplo que vivi na Madeira no inicio dos anos 80. Depois de ultrapassar o choque de passar a ter um canal de televisão único quando me mudei para lá, comecei a reparar numa campanha chamada "assim não, assim sim!". Esta visava fazer pedagogia à população madeirense sobre comportamentos tão simples como não cuspir no chão, colocar o lixo nos contentores e não nas ribeiras, pintar as casas de branco, amarelou ou rosa, não deitar papeis para o chão, entre outros.
A verdade é que poucos anos passados o Funchal ganhou a reputação de cidade mais limpa do país, titulo que ainda hoje deve merecer. Anos mais tarde tivémos o Gervásio e uma trupe de crianças a ensinar a população a usar os ecopontos, com os resultados que se conhecem. Ou seja: já sabemos o que a comunicação pode fazer para ajudar a melhorar os nossos índices de civismo e consequentemente viver numa sociedade melhor, temos os meios para o fazer (para que servem dois canais de televisão e três canais de rádio públicos?) por isso pergunto: do que estamos à espera?
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Publicado por Bernardo Alegra em 23:38:42
ETIQUETAS: FUNCHAL
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
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“Receita rápida para um comunicado de imprensa de sucesso”
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(Ideal para 10/ 30 pessoas, mas pode servir para mais em função da/s novidade/s apresentadas)
Ingredientes: - 1 novidade fresca e muito relevante ou um punhado de novidades frescas, viçosas e interessantes aos meios - 1 colher de café de objectivos - 1 embalagem pequena de imagens com um mínimo de 300 dpi em ficheiro jpeg - Citações q.b. de pessoa relevante para a/s novidade/s - 1 lata de 1kg de inspiração - 1 chávena de meios/ jornalistas estratégicos
Material: 1 PC, internet e, sempre que possível, um exemplar dos Media estratégicos que pretende atingir
Confecção:
Preparado prévio: 1 – Pegue nos exemplares dos Media estratégicos (se forem online visite a página, rádio ou TV ouça e veja), analise notícias do género da que pretende divulgar e tome notas do tipo de discurso adoptado, do tamanho dos parágrafos e da recenticidade das mesmas; 2- Se não tiver base de dados de jornalistas, aproveite também para recolher contactos.
Prato: 1 – Disponha na bancada a colher de café de objectivos e junte a/s novidade/s e as notas que obteve no preparado prévio de forma alinhada. Retire o excesso de objectivos; 2 – Pegue no preparado anterior, abra a lata de inspiração retire 500g e desenvolva em Word e de assentada título (se possível que envolva verbo de acção e nome da principal entidade visada), subtítulo (2ª informação mais importante que tenha) e o primeiro parágrafo com a base de quem, o quê, quando e onde intimamente ligada com os dois elementos atrás; 3 – Usando o resto de inspiração e o método da pirâmide invertida da informação que parte do mais relevante para o menos, junte abaixo do primeiro parágrafo e no caso de ter apenas uma novidade relevante, outros dados relacionados directamente com essa novidade cruzando com uma ou duas citações do responsável. No caso de várias novidades, parta da segunda mais importante para as outras menos relevantes cruzando com uma ou duas citações. Lembre-se parágrafos claros, curtos e concisos, idealmente 3 linhas. Citações devem estar entre aspas (pode usar texto a negrito mas desaconselho se não o fez no passado já).
Decoração: 1 – Abra o pacote de imagens e seleccione 1 a 2 com qualidade, pegue no documento word atrás criado e junte num email. Atenção, imagens e Word juntos não devem ter mais que 1 MB (aconselhamos até a colocar as imagens num link que permita descarregar no corpo de email, use o www.yousendit.com por exemplo); 2 – O comunicado de imprensa deve ter logótipo da entidade/s desenvolvida/s, designação comunicado de imprensa e contactos para mais informações; 3 – O comunicado de imprensa não deve passar de 1 página (espaçamento 1,5 e letra nunca abaixo de 12), se tiver mais informações indique no email que pode providenciar ou coloque palavras com links activos no comunicado.
Estando o comunicado preparado, disponha o conteúdo da chávena de jornalistas num ficheiro Excel e decida quais os que se adequam e voilá envie!
Outras dicas úteis: - Se a novidade que tiver não for extremamente interessante, ofereça a informação em exclusivo a um único jornalista - Atente aos timmings de cada meio (diários, semanários, online têm agendas diferentes) - Para perceber se a/s sua/s novidade/s são interessantes, analise as notícias da sua área veiculadas nos Media recentemente
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Publicado por João Santos em 08:35:09
ETIQUETAS: PR; COMUNICADO DE IMPRENSA
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| Anónimo disse: |
Concordo plenamente, António, o timming é elemento essencial. obrigado pela nota. João Santos
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Terça-feira, 13 de Abril de 2010
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| Anónimo disse: |
:) Só dava mais enfase à questão do timming, não só de cada meio, mas também do que acontece no mercado onde actuamos. Acho que o timming com que se dá a conhecer determinada informação é fundamental para o sucesso da acção. António Valle
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
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Destaques semanais de saúde
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Pílula dos 5 dias à venda este mês A partir de Abril vai ser vendida em Portugal uma nova pílula de emergência que tem uma eficácia de 120 horas - ou seja, até cinco dias após uma relação sexual desprotegida. Só será vendida com receita médica. Ler mais
Medicamentos pouco eficazes Um ensaio clínico divulgado nos EUA revela que dois remédios à venda em Portugal contra a diabetes (Nateglinida) e a hipertensão (Valsartan), não evitam que as pessoas em risco destas doenças venham a sofrer das mesmas. Ler mais
Cancro está a tornar-se na primeira causa de morte Apesar dos progressos significativos na prevenção e tratamento do cancro, esta doença está a tornar-se na primeira causa de morte no mundo devido ao envelhecimento da população e a hábitos perniciosos de consumo. Ler mais
Governo aprova regime excepcional para contratar médicos reformados O Conselho de Ministros aprovou o regime excepcional que permite a contratação de médicos reformados por parte dos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde, com o objectivo de "fazer face ao problema da falta de médicos". Ler mais
Bactérias das mãos desvendam identidade de cada indivíduo As bactérias são uma espécie de sinal capaz de desvendar a identidade de uma pessoa graças ao seu rastro, segundo um estudo de biólogos e bioquímicos norte-americanos. Ler mais
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Publicado por Andreia Garcia em 07:08:49
ETIQUETAS: ANDREIA GARCIA; DESTAQUES SEMANAIS DE SAÚDE; DESTAQUES SEMANAIS DE SAÚDE
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010
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“Kiti, Kiti, lê meu facibooki”
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Quantos de nós não imaginaram ser o Michael Knight e ter um carro como o Kit? Americano ou em vérsãu brásileirá Hérbért Richérs? Na altura era fabuloso ter um carro que vinha ter connosco, com o qual falávamos e fazia um sem número de peripécias.
E se esse carro estivesse hoje praticamente ao alcance de todos nós? Há pouco tempo um consórcio mundial lançou o Connected Car. Marcas como a Atlantic Records, a Alcatel-Lucent, Toyota, entre outras, juntaram-se para criar um carro que procurasse ir além do baixo consumo, do ABS, ESP, VE, FC, JLL e todas as outras siglas fantásticas, algo que respondesse às necessidades de todo o tipo de consumidores dos 8 aos 80 ou arrisco mesmo a dizer dos 0 aos 130 anos.
O Connected Car é, na essência, um “smartphone sobre rodas”, pois permite que tenhamos acesso a praticamente tudo o que a internet de banda larga nos possibilita mas no carro. Por exemplo, coisas como num casal com dois filhos, o condutor poder ir a ouvir os emails que recebeu do trabalho, o acompanhante a ver o seu facebook ou as notícias do dia e as crianças no banco detrás a ver cada um o seu filme em download directo do computador lá de casa. O limite de aplicações estará na nossa imaginação.
Falamos de uma nova forma das marcas automóveis encararem a produção de carros e, mais importante, de como as marcas se relacionam com o consumidor na viatura e até como os anúncios na internet serão produzidos. Já viu o que é ir a passar pela Zara, Gant ou outra qualquer loja e entrar um anúncio no lugar do pendura falando do desconto que existe nas roupas que gosta? Mais, criar-se canais televisivos específicos para o carro ou cruzar outros Media como a rádio e este suporte.
Se o Kit fazia maravilhas por arrancar sozinho e encostar ladrões à parede, o que dizer de um Toyota Prius que nos lê o Facebook, muda o filme no banco detrás aos dois filhos, permite comprar o produto do anúncio que acabo de receber e ainda me avisa que alguém entrou em nossa casa e lança um alerta directo para a policia?

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Publicado por João Santos em 08:33:40
ETIQUETAS: RP; TECNOLOGIA; INTERNET
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010
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A função pública é sinónimo de…
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Porque é que as greves são sempre sobre reivindicações de ordenado, escalões, propinas, e não sobre o aumento da produtividade, melhoria das competências, melhores condições para desenvolver a sua actividade de forma mais sustentada.
Estamos numa situação em que o deficit orçamental está identificado como sendo um dos principais problemas presentes, mas fundamentalmente de futuro do nosso país.
Isto porque o que se está a falar é do nosso futuro e das gerações futuras, continuamos a fazer as lutas para o dia de hoje, ignorando que a despesa corrente sem controlo só irá prejudicar todos os portugueses.
Gostava por um dia cruzar-me com uma manifestação para que os trabalhadores fossem mais competitivos, tivessem melhor formação, melhores ferramentas, melhores chefes e estratégias e que se comprometessem com a sua proposta, e se as suas reivindicações fossem aceites, os mesmos seriam responsabilizados e premiados pelo seu cumprimento.
Caso não se atingisse o objectivo proposto, verificávamos o que é que correu mal, e fazíamos o ajuste que podia muito bem ser voltar ao ponto de partida.
Em vez de continuarmos a lamentar no deficit, porque não defender que o Estado pode despedir, que pode premiar ou congelar salários de forma selectiva.
Em vez disso continuamos a assumir que quem entra na função pública passa a ser mais uma das rodas dentadas que com mais ou menos dentes, tem que funcionar ali, e ser aumentadas 1, 2 ,4 ou 10 % todos os anos, com ou sem prejuízo.
Assumo por convicção que o Estado tem mais obrigações que uma empresa privada, pois deve defender não só o “accionista”, mas também o bem-estar social.
Mas por esse mesmo motivo acho que deve dar o exemplo garantindo que os seus serviços são bem geridos no interesse do bem comum, deve poder despedir, garantindo os meios para que essa pessoa possa se adaptar a outra função ou vocação.
Garantir que a pessoa tem os meios para tentar iniciar um novo desafio, mais adequado à sua capacidade, garantir a formação para novos desafios.
É daí que têm surgido os melhores exemplos das pessoas que acreditam que conseguem fazer melhor, que o seu chefe estava errado, e que por isso desenvolveram o seu negócio, muitas vezes levando depois que os outros elementos do sector o sigam.
Permitir que se despeça, garantindo as ferramentas para que as pessoas se possam tornar mais competitivas garantiria o controlo da despesa corrente, mas também iria trazer para o mercado uma maior competitividade.
No limite o que mais gostava de ver era um Estado em que ser funcionário público não é ser apenas mais um, sinónimo de incompetência e improdutividade, mas sim um exemplo para que os restantes sectores possam seguir e beneficiar.
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Publicado por Bruno Cardoso em 11:33:13
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
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Destaques semanais de saúde
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Caiu o tecto da área de consultas externas do Hospital de Cascais A zona das consultas externas do novo hospital de Cascais, inaugurado há uma semana, foi evacuada devido à queda de uma parte do tecto. Ler mais
Função Pública: Adesão à greve chega aos 90 por cento na saúde De acordo com os sindicatos, a greve na área da saúde e na área da grande Lisboa atingiu um máximo de 90 por cento, nomeadamente no Hospital de São José, onde existiriam confrontos entre as autoridades e os sindicalistas. Ler mais
Governo altera comparticipação de medicamentos A partir de 1 de Julho de 2010, a comparticipação dos medicamentos passa a ter um valor fixo e deixa de ser feita mediante uma percentagem. A alteração à comparticipação dos medicamentos foi aprovada esta semana pelo Governo para reduzir a despesa pública. Ler mais
Ana Jorge nega qualquer favorecimento à ANF A ministra da saúde negou que tenha sido feita ou alterada qualquer lei para favorecer a Associação Nacional de Farmácias (ANF), quando questionada sobre escutas interceptadas, no âmbito do caso Face Oculta e citadas pela imprensa do fim-de-semana. Ler mais
Horácio Roque internado depois de sofrer AVC O presidente do BANIF deu entrada esta quinta-feira no Hospital de Cascais em estado crítico. Horácio Roque sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e encontra-se em estado muito grave. Ler mais
Pfizer prepara compra da Ratiopharm por três mil milhões de euros A Pfizer está a preparar uma oferta de compra da fabricante alemã de genéricos, Ratiopharm, por três mil milhões de euros, de acordo com a agência “Bloomberg”. Ler mais
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Publicado por Andreia Garcia em 18:26:46
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Quinta-feira, 4 de Março de 2010
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Isto não é uma emergência!!!
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Mas recomendo vivamente a leitura.
A revista Sábado publicou hoje uma reportagem sobre as chamadas falsas para o 112, INEM e outras linhas SOS. Grande trabalho de Lucília Galha.
O 112 recebe cerca de sete mil chamadas diárias, mas 85% são falsas e muitas são situações insólitas. Há quem ligue a perguntar “A tampa do azeite caiu ao chão. Há algum problema?” ou “Quero fazer greve de fome contra o Estado, sabe a quem devo ligar?”.
A jornalista conta ainda que é frequente as pessoas confundirem uma emergência e uma urgência, em que não há risco de vida. “Vi um boi passar à frente da minha casa. O que faço?”. Dá mesmo vontade de soltar uma gargalhada, confesso.
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Publicado por Andreia Garcia em 10:16:46
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| Carolina disse: |
A mim não me dá vontade de rir saber que somos um país do qual a maioria da população tem níveis de civismo e educação comparáveis aos da idade média.
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Quinta-feira, 4 de Março de 2010
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Quarta-feira, 3 de Março de 2010
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Lie to Me
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Um dos aspectos que me fascinam quando vejo um jogo de futebol é ver a reacção gestual e facial dos intervenientes do jogo face às várias incidências que neste decorrem. Ver o Ricardo a bater no chão quando sofre um golo comparado com Schmeichel a gritar com a sua defesa depois de levar um frango, ou a agonia e impotência de Carvalhal quando o jogo corre mal face à tranquilidade furiosa de Mourinho, revela a personalidade de cada um deles, a forma como reagem à adversidade (bem mais interessante do que a reacção ao sucesso) e as mensagens que transmitem aos seus colegas e/ou jogadores.
A mesma avaliação se poderá fazer durante uma campanha eleitoral ou numa simples entrevista como a de MST a Sócrates, em que este revelou estados de espírito e posições de (des)conforto muito distintas ao longo da entrevista.
Em Lie to Me o Dr. Cal Lightman (Tim Roth) usa técnicas de avaliação de linguagem não verbal para detectar mentiras através da reacção dos suspeitos a várias situações. Isto porque a comunicação não verbal é no geral muito mais reveladora das emoções do que a verbal e muitas vezes entra em contradição com esta e sobrepõe-se à mensagem verbal que se tenta passar (os canais de televisão usam e abusam de grandes planos para explorar estas contradições).
Este pode e ser um aspecto a melhorar na nossa comunicação no dia-a-dia, seja com um cliente, parceiro ou colega, já que a torna mais fluída e perceptível, ajudando a passar melhor as mensagens que queremos transmitir.
Veja alguns conselhos aqui e aqui.
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Publicado por Bernardo Alegra em 09:01:53
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| Anónimo disse: |
Grande série. Excelentes interpretações e bons diálogos. Todas as quartas no canal Fox às 22h20. Todos os comunicadores deveriam ter formação nesta área. Andreia
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Quarta-feira, 3 de Março de 2010
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| Sofia Lima disse: |
Como afirma Paul Watzlawick, "o comportamento não tem oposto". A comunicação humana e a linguagem corporal são fascinantes. Bom post!
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Quarta-feira, 3 de Março de 2010
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