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Terça-feira, 6 de Julho de 2010
O futuro é hoje!! Estamos velhos 'rais' parta

Today is the day that Marty McFly arrived in the future after hitting 88mph in the Delorean back in Back to the Future II.

Digg
Publicado por Rita Branco em 16:31:20

ETIQUETAS: YOUNGNETWORK

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Anónimo disse:
Oopss... Obrigado Joana e Filipe! De qualquer forma estamos velhos à mesma, pronto!!! Mas perspicazes, sim senhor, uns mais que outros ok ok.. :-) thanks! Bjs Rita Branco

Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

João Duarte disse:
Obrigado Filipe e Joana. abr. jd

Quarta-feira, 7 de Julho de 2010


Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Primeiras vezes

No Domingo assisti pela primeira vez a uma Missa do 7º dia.

Gosto muito de Igrejas. Gosto assim, misto gosto e desdém. Gosto e medo. Gosto mas sinto um desconforto na maioria das vezes.

De qualquer forma é muito raro entrar nestes espaços. E ontem foi um desses raros momentos.

Emocionei-me. Com as pessoas, com a devoção, com as histórias, com o tentar adivinhar as rotinas de quem me rodeava.

E surpreendi-me. Com a postura mas sobretudo com o discurso. No seu todo e pela parte que profissionalmente me tocou. Sobre os Media.

Coincidência ou não, logo numa das minhas raras aparições numa Missa, (contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que fui até hoje), e grande parte do discurso do senhor Padre foi sobre o poder dos Media, e a cabala montada, sob a sua liderança, para descredibilizar a Igreja católica, o Santo Papa e os Padres no geral.

Pensamento do dia: Eles, (Media), estão mesmo “no meio de nós”…

Digg
Publicado por Rita Branco em 08:47:24

ETIQUETAS: MEDIA; MISSA; IGREJA

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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Mais má que todos os Maus

Vejam novo projecto online na área da Saúde: http://sociedadepediatrica.blogspot.com/ . Grande ideia. Desejo o maior dos sucessos.

Mas mais que isso leiam este texto de uma grande amiga minha. Ok sou suspeita mas que grande texto, estava inspirada a Constança:

“Mais má que todos os maus”

Quando a minha filha mais velha nasceu, o que me surpreendeu verdadeiramente foi a sua independência. Constatei-a separada de mim, um ser autónomo, com uma individualidade própria que nunca imaginei que pudesse ser tão clara num bebé recém-nascido. Olhando para ela, senti-a destemida, corajosa, independente.

O prenúncio revelou-se acertado. A falta de medo dela chegava a assustar, não especialmente a mim, mas muitas vezes aos que nos rodeavam. Aos 18 meses, no café, o bêbedo da terra estendeu-lhe a mão e ela, sem hesitar, saiu porta fora com ele. Sem olhar para trás, enquanto eu, de boca aberta, assistia à cena e aos gritos dos presentes: "Vá atrás dela!", "Olhe que ele leva a menina!". Com 2 anos, entrava destemida pelo parque infantil, abraçava na rua pitbulls que passeavam com coleiras de picos, chamava a atenção de qualquer adulto, em qualquer situação ou local, sempre que entendia que uma injustiça social estava a ser praticada.

Inconsciência, dirão uns. Falta de noção do perigo. Têm toda a razão, com certeza. Mas para mim, quando um ser tão pequeno enfrenta assim um mundo bem maior que ela, não é só falta de conhecimento. É também uma coragem do caraças.

Há pouco tempo, já a caminho dos três anos e meio, começou o medo "dos maus". O medo do escuro, os pesadelos. Calculei que fosse normal nesta fase. Ela olhava para mim em busca de tranquilização e eu tive vontade de lhe garantir que não há maus nenhuns, que podia dormir descansada, ir às escuras pelo corredor até ao quarto. Porque os maus não existem. É tudo imaginação.

Mas poderia fazê-lo, em consciência?

A minha filha tem três anos e meio e já percebeu que o mundo está carregado de “maus”.

Ela vai contactar com eles durante a vida, não com os “mais maus” de todos, os verdadeiros “maus”, espero eu, mas provavelmente com uma variedade ampla de “mini-maus” que todos nós enfrentamos no dia a dia.

(os mauzinhos, os egoístas, os mesquinhos, os invejosos, os mentirosos… oh senhores, a lista de maus do quotidiano pode mesmo ser infindável e o grau de danos que nos podem inflingir varia, não só em gravidade, mas também no nível de influência que lhes permitimos.. mas isso será assunto para outro post).

Não. Eu mãe, que preparo a minha filha para a vida, não posso garantir-lhe que os maus não existem. Suponho que esta percepção adquirida seja até uma forma de auto-protecção que lhe vá ser útil. Mas também não quero contagiá-la com medos.

Com os meus medos. Tantos, tantos mais, desde o dia em que ela nasceu e eu me tornei mãe.

Num espaço habitado por psicólogos e pediatras sinto-me uma herege ao terminar o relato. Mas confrontada com as perguntas em catadupa,

“Há maus no meu quarto, mãe? E lá fora na rua? E os maus entram em casa quando estamos a dormir? E se me apanham?”.

Não, não dá para pensar em respostas pedagógicas ou estruturadas.

Sigo o instinto, e a cada pergunta com o coração mais apertado, disparo e resolvo o assunto:

“Não te preocupes porque os maus não entram cá em casa.

Tentaram uma vez e a mãe agarrou num pau e bateu-lhes tanto que eles fugiram a correr.

Deitaram sangue e tudo. Bati-lhes com toda a força.

Tanta, que esses maus avisaram os outros maus que tinham ficado em casa que aqui vivia uma maluca que batia nos maus com toda a força.

Agora todos os maus têm medo de aparecer aqui.”

Ela sorriu, condescendente, mas (mais) tranquila.

Confio que saberá conciliar isto com outros ensinamentos, nomeadamente de que os problemas da vida não se resolvem à cacetada.

Eu preciso de ter presente em mim esta confiança de que, para defender um filho, somos capazes de tudo. Se o devemos fazer e quais são os limites, essa será outra conversa.

Para já, assunto resolvido.

Dorme descansada, minha querida, que o perímetro está seguro.

Digg
Publicado por Rita Branco em 11:23:55

ETIQUETAS: PEDIATRIA; SOCIEDADE PEDIÁTRICA; YOUNGNETWORK

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HF disse:
Faz-nos, sobretudo, questionar como é que os maus se tornam no que são. Como é que a inocência própria da infância devanesse com a chamada "idade adulta". Ver o mundo pelos olhos de uma criança é bem mais aprazível: tanto que há quem se recuse a "crescer"; e eu não condeno ninguém por isso.

Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Carolina Enes disse:
Muito bom... Pois eu apetece-me muitas vezes pegar num pau e bater em alguns desses "mini-maus" e mega-maus que encontramos no dia-a-dia. E gostava muito que alguns problemas da vida se resolvessem à cacetada! Sou assim. E não tenho filhos. CE

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010


Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Vale tudo, até arrancar olhos!

Sonhos. Adoro sonhar. Adoro a palavra e o acto.

Quanto a sonhos na vida real, uma das questões que coloco sempre nas entrevistas aqui para o Grupo é: “Qual o seu maior sonho, em termos profissionais e pessoais?”

Poderia substituir o termo sonho por ambição, muito mais actual. Às vezes faço-o. Quando estou mais séria.

E a resposta a esta pergunta diz-me sempre muito acerca da pessoa que está à minha frente. Desde as respostas mais previsíveis, mas não por isso menos válidas, do: “ Ser feliz; sentir-me realizado; etc.”, às mais criativas e ousadas: “Vir a substituí-la em três anos; ou ter dez filhos.” Digo mais, já tomei decisões, acertadas by the way, apenas com base nesta resposta.

Nos sonhos vale tudo, até arrancar olhos!

À medida que envelhecemos, podemos ir perdendo esta capacidade tão básica de sonhar. Não eu claro, que continuo aqui jovem como nunca!!! Cof cof…

E sabe tão bem.

Prometo, só por hoje, vou sonhar! E tu?

Digg
Publicado por Rita Branco em 18:53:23

ETIQUETAS: OLHOS; RITA BRANCO; SONHOS; YOUNGNETWORK

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Anónimo disse:
Obrigada cara futura Cliente!! Fiquei curiosa :-) Ainda bem que se identificou com o post, fico muito lisonjeada. Um beijinho e espero conhecê-la (se não a conheço já) em breve. E bons sonhos :-) Rita B.

Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

Anónimo disse:
Olá Rita! Hoje pela primeira vez acedi a este blog.Um interesse profissional (de conhecer a YoungNetwork com quem vou ter contacto como cliente brevemente...), e acima de tudo um interesse pessoal, de perceber como são na sua essência as pessoas que por lá labutam...Fiquei sua fã!!!Porque o que me levanta todos os dias do meu ninho, e me dá ânimo para vir trabalhar e deixar as minhas princesas entregues a outros, são os meus sonhos! E fiquei agradávelmente surpreendida por haver alguém, numa empresa tão profissional como a Vossa, que diante de pessoas que dela querem fazer parte, lhes coloca esta questão, quanto a mim a que melhor define quem não se conhece!Parabéns

Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010


Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Matrecos, está-nos no sangue!!

“Matraquilhos, Portugal vai ser a surpresa do Mundial”, in Diário Digital de hoje.

Vítor Fonseca, Seleccionador nacional de matraquilhos (what?!?!) afirma: “Temos uma equipa homogénea, com os melhores jogadores do país, homens com pouca experiência internacional, mas muitos anos de matraquilhos”.

Vamos lá pessoal, a aquecer as mãos, atenção aos nós dos dedos, olhó lançamento inicial da bola para a mesa, não olha para o público, olhos na bola, olhos na bola!!!!

Vamos lá todos a torcer pela Selecção e esperemos pela transmissão televisiva com vários directos.

Lindo…

Digg
Publicado por Rita Branco em 12:28:26

ETIQUETAS: MATRAQUILHOS; RITA BRANCO; YOUNGNETWORK

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Anónimo disse:
Muito bom :)

Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

João Duarte disse:
isto é gde momento.

Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010


Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Purismos à parte…

“Pá, epá, gajos, tipos, caraças, bolas, bora, a malta lá em casa, my man, bué, ya, pera lá, etc., etc., etc.” representam apenas um a dois minutos do programa Ídolos da SIC do outro dia à noite, do qual vi apenas metade, porque adormeci.

Bem, mas isto apenas para dizer que, embora não seja absolutamente purista quanto à língua portuguesa, há mínimos olímpicos…

Por favor.

PS – E é verdade, gosto do Ídolos, apesar de todo o amadorismo envolvente e gosto do “So you think you can dance”, a anos luz de tudo o que é feito cá em Portugal. E adoro o Glee e o How I met your mother, o House e FlashForward… Viva as séries e bom ano!!

Digg
Publicado por Rita Branco em 17:03:27

ETIQUETAS: SIC; ÍDOLOS

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Sábado, 28 de Novembro de 2009
Quem as não teeeeemmm…

Cartas. Adoro receber cartas. Gosto de ver o meu nome escrito no envelope. Gosto do suspense antes de as abrir. Eu sei que isto é um bocado infantil, mas até quando sei que são contas, eu gosto sempre um bocadinho. De rasgar o envelope, de ler primeiro tudo na diagonal e depois com a maior das atenções. De as atirar para cima da mesa. De ver a minha filha destruí-las. De abrir o marco dos Correios e dos segundos que antecedem esta espera para ver o que chegou para mim. Do papel dactilografado. Ou escrito à mão, quando vêm de amigas.

Na semana passada recebi duas cartas desinteressadas. Ok não totalmente desinteressadas mas em parte. Marcas à parte, uma da Lanidor a oferecer-me (literalmente, sem qualquer subterfúgio), um vale de 15 euros de oferta por ser Cliente VIP.

A outra do SLB apenas a agradecer-me por ser Sócia cativa, mais nada…

Naturalmente gastei os 15 euros e um bocadito mais de $ (que não me ficaria bem dizer), na Lanidor em roupa que nem me fica assim tão bem! E vou claramente ao próximo jogo do meu SLB.

Isto é marketing bem feito. Parece fácil não é?

Digg
Publicado por Rita Branco em 17:24:24

ETIQUETAS: CARTAS; LANIDOR; SLB; YOUNGNETWORK

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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Bom de ouvido

Saber ouvir é uma virtude. Uma qualidade cada vez mais difícil de encontrar nestes tempos modernos. Centrámo-nos de tal forma em melhorar os discursos - orais, escritos, gestuais (!) - que nos temos vindo a esquecer do resto, do Outro, de ouvir.

Não querendo parecer old fashioned, parece-me que temos de investir cada vez mais neste acto de escutar, com atenção, com sentido crítico. Sermos “todos de ouvidos” – essa expressão tão antiquada e cada vez mais em desuso.

Ou um dia seremos obrigados a ter formações na área:

“Como ouvir melhor!”

“Listening Advanced Training”

“Os 10 passos da Escuta Moderna…”

“Ouça, pela sua Empresa!”

Comunicar implica ouvir, mas ouvir mesmo. Com vontade, com predisposição para tal, ouvir com garra, com entusiasmo, com toda a atenção.

E agora schiuuuuu. Pare e ouça…

Digg
Publicado por Rita Branco em 09:14:08

ETIQUETAS: RITA BRANCO

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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Querida Young...

A menos de um mês de voltar para TI, já como Mãe de família e de sorriso estampado no rosto, sei que vou encontrar o MEU Grupo radicalmente diferente. Novos clientes, novos consultores, novas equipas, novas metodologias, novos continentes de actuação, muitos mais desafios profissionais, e mais e mais e mais mudanças.

Só quem passa pela YN sabe que uma semana neste Grupo é absolutamente absorvente. Porque tudo acontece, porque TODOS fazemos acontecer, porque há espinhos, e luta, e vitórias e derrotas e tudo é vivido com uma intensidade pelos NOSSOS, como nunca vivi em mais lado nenhum.


Claro que de alguma forma me assusta voltar para TI. Porque é tão bom estar com a filhota, porque há muitos desafios novos, porque há novas caras, porque sei que um longo tempo de paragem pode dificultar o reinício. Mas já passei por outras mais duras provas, e sei que esta será rapidamente superada. Até porque conto com a coerência de sempre, com o sentido de justiça de sempre e com a motivação de sempre, dadas por TI.

Para que uma relação resulte é fundamental que haja reciprocidade. Que ambas as partes dêem o seu melhor, se apoiem nos momentos mais difíceis, celebrem juntos os bons momentos, é fundamental que haja (boa) comunicação. Já vamos em 8 anos de relação cara Young! Alguma coisa havemos (ambas as duas!) estar a fazer bem.

Até breve e saudades NOSSAS!

PS – Um grande beijinho para todas as MINHAS equipas (isto da possessividade é mesmo coisa de mulher).

Beijos e boas férias!

Digg
Publicado por Rita Branco em 12:11:51

ETIQUETAS: DO FUNDO DA COMUNICAÇÃO; RITA BRANCO; MÃE

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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Quer ser o Ipod do seu sector?

Como fazer que uma coisa seja cool é a questão mais hot dos tempos que correm.

Noah Kerner e Gene Pressman, na última edição da Executive Digest, falam do tema de forma descontraída e muito pragmática:

“As empresas adoram procurar o cool no quintal alheio. Na década de 1950 todos queriam ser a General Motors. Na década de 1960 queriam ser a Xerox, depois a IBM, a seguir a Nike, e a lista continua. Actualmente, o paradigma mudou para outra marca famosa. Hoje, toda a gente quer ser o... iPod do seu sector!

Quem não quer estar por trás de uma ideia original e extraordinária que revolucionou sozinha um modelo de negócio?

Mas, tal como nos disse a lenda da publicidade Martin Puris, esta abordagem costuma ser o primeiro passo para não sermos o iPod do nosso sector. Espreitar para o quintal do vizinho normalmente é um substituto do pensamento próprio. Logo é uma maneira garantida de ficar em segundo lugar.

Da próxima vez que alguém lhe disser que quer ser o iPod do sector, pergunte-lhe o seguinte: antes de inventar o iPod, o Steve Jobs andava por aí a dizer que queria ser o Sony Walkman do sector?”

Muito bom…

Digg
Publicado por Rita Branco em 09:57:00

ETIQUETAS: DO FUNDO DA COMUNICAÇÃO; GENE PRESSMAN; GENERAL MOTORS; IBM; IPOD; MARTIN PURIS; NIKE; RITA BRANCO; SONY; STEVE JOBS; XEROX; EXECUTIVE DIGEST

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